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Amazonas comemora 15 anos sem focos de febre aftosa


O Amazonas comemora, nesta segunda-feira (09/09), 15 anos sem focos de febre aftosa. O último registro se deu em 2004, quando houve a identificação pelo serviço veterinário oficial do foco de febre aftosa no município de Careiro da Várzea, distante a 25 quilômetros de Manaus. A notificação junto à Comissão Executiva Permanente de Defesa Agropecuária (Codesav), regida pela Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), órgão executor das ações de defesa sanitária animal e vegetal naquela época, ocorreu no dia 25 de agosto, e a confirmação se deu no dia 9 de setembro.

Atualmente, as ações de defesa agropecuária são coordenadas pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf), fundada no dia 29 de agosto de 2012. De acordo com o diretor-presidente da Adaf, Alexandre Aráujo, os focos registrados naquele ano serviram como um divisor de águas para a consolidação do serviço de defesa agropecuária no Estado.

“Hoje é um dia de alegria para todos os profissionais que atuaram naquela época. A partir dali, o serviço de defesa agropecuária do Amazonas ganhou um novo olhar em nível de Brasil. Além de comemorarmos o Dia do Médico Veterinário (9 de setembro), faz 15 anos que não registramos foco de febre aftosa no estado. Isso demonstra a importância desses profissionais nos cuidados da saúde e bem-estar animal, e a representação que a Adaf tem no Estado”, comentou Alexandre Araújo.

Quinze anos atrás – Em 2004, foram identificados ao todo quatro focos de febre aftosa do Tipo C no município de Careiro da Várzea.  À época, a Codesav executou medidas que garantiram a sanidade do rebanho e o mercado nacional e internacional. As medidas adotadas foram: interdição da área, deslocamento de equipes para o local, implantação de postos de fiscalização, investigação nas propriedades vizinhas, e recadastramento de propriedades rurais.

O Amazonas é reconhecido internacionalmente pela Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE) como área livre de febre aftosa com vacinação e busca suspender a vacina de febre aftosa até 2021, conforme o Plano Estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa).

FOTOS: Arquivo/Adaf

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