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Uma das autoras do impeachment da ex-presidente Dilma, em março pediu afastamento do Presidente Bolsonaro e hoje(18-05), diz não ver motivos para um processo de impedimento do presidente


“As pessoas mais ponderadas, mais racionais, que o apoiaram e ainda torcem por ele (Bolsonaro), e eu me coloco entre essas pessoas, ficam numa situação difícil para defender. Porque é muita loucura” , afirmou Janaina ao Jornal Folha de são Paulo nesta segunda-feira (18)

Em março ,  deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) defendeu o afastamento do presidente da República, Jair Bolsonaro, após participação do chefe do Executivo nas manifestações ocorridas em um  domingo (15).


Em discurso na tribuna da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), no dia 16 de março( segunda-feira , Paschoal declarou:

“É inadmissível, é injustificável, é indefensável. Crime contra a saúde pública. Desrespeitou a ordem de seu ministro da Saúde [Luiz Henrique Mandetta, na época ainda era Ministro da Saúde].”

A parlamentar sugeriu deixar o vice-presidente Hamilton Mourão assumir:

“Esse senhor tem que sair da Presidência da República. Deixa o Mourão. […] Como um homem um que está possivelmente infectado vai para o meio da multidão. Como um homem que faz uma live na quinta e diz para não ter protestos, vai participar desses mesmos protestos e manda os deputados que são pau-mandados deles chamar o povo para a rua.”

Janaína disse ainda estar arrependida de ter apoiado e inclusive votado no atual presidente:

“Eu me arrependi do meu voto. Que país é esse? Como é que esse homem vai lá, potencialmente contaminando as pessoas, pegando nas mãos, beijando. Ele tá brincando? Ele acha que ele pode tudo? As autoridades têm que se unir e pedir para se afastar. Nós não temos tempo para um processo de impeachment. Depoimento no dia 16 de março.


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