Não há como negar que as novas tecnologias significam uma evolução na sociedade. Por outro lado, elas também trouxeram alguns desagrados como a clonagem de telefones celulares. Esse tipo de crime tornou-se recorrente e, por isso, foi alvo de um requerimento de informações, por parte do deputado federal, Capitão Alberto Neto, enviado ao Ministério das Comunicações.

O deputado pede algumas informações sobre dados que norteiam a evolução desse tipo de crime, tanto em números de registros, como também no quesito modalidade (alvo). Dentre as várias informações solicitadas, destacam-se: os números de celulares clonados, o número de ocorrências registradas, o de invasão e clonagem de telefone, o de clonagem de whatsapp, entre 2020 até os dias atuais.

Objetivo do requerimento

Essas informações permeiam o mais importante: a segurança e a privacidade dos consumidores. Para tanto, minimizar o uso de invasões, a clonagem e as fraudes nas redes sociais são mecanismos para inibir e coibir esse tipo de crime, como também outros futuros golpes.

Só no ano de 2019, quase 5 mil pessoas foram alvo de bandidos nesse tipo de golpe de clonagem de WhatsApp, segundo dados da Polícia Civil.

Segundo dados da Affinion, que trabalha com engajamento de clientes, o Brasil é um dos países com maior taxa de preocupação contra golpes desse tipo. Os 87% comprovam essa preocupação por parte dos usuários de celular. O medo desses consumidores é o de se tornar a próxima vítima.

Diante do exposto, o deputado destaca: “Deve ser afastada a falsa ideia de que sempre o consumidor é vítima de tais modalidades de golpe e o único culpado, pois, em muitas ocasiões é a própria operadora de telefonia é a principal responsável. Em decorrência, o usuário fica impedido de evitar que os prejuízos decorrentes do golpe se estendam. Por conseguinte, requeiro informações detalhadas.” afirmou o deputado.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa do Dep. Cap. Alberto Neto

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