Dinheiro, Real Moeda brasileira

O diretor de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta do Banco Central (BC), Maurício Moura, afirmou que o maior valor sacado desde que o sistema Valores a Receber começou a funcionar foi de R$ 1,65 milhão. Ele deu a informação em um evento de gestão pública, realizado em Curitiba, na terça-feira (29).

“Depois das três primeiras semanas, a grande maioria dos recursos, obviamente, são valores muito pequenos, afinal de contas pouca gente esquece muito dinheiro em uma conta bancária. O maior valor sacado, nas três primeiras semanas, que foi o primeiro período de saque do sistema Valores a Receber, foi por uma pessoa física de R$ 1,65 milhão. Então, essa pessoa tinha esquecido ou não sabia que tinha R$ 1,65 milhão em nome dela no sistema financeiro e, graças ao sistema Valores a Receber, recuperou esse dinheiro. Era uma série de cotas de consórcio que havia acabado, a pessoa não foi lá para ver como os grupos tinham acabado e tinha esse valor considerável. Imagino que tenha ficado bastante feliz”, disse Moura.

A equipe diretiva do Banco Central do Brasil participou na capital paranaense do IV Fórum de Gestão Pública, organizado pela Federação da Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), no Teatro Positivo.

O evento foi coordenado pela Faciap e contou com o apoio do G7, grupo que reúne as principais entidades do setor produtivo paranaense.

O Fórum teve uma programação voltada para empresários e profissionais que operam na área econômica.

Evento foi aberto com uma palestra do diretor de Regulação do Banco Central, Otávio Damaso, sobre o tema “Cenário Econômico e Agenda BC”.

Maurício Moura e o diretor de Fiscalização do BC, Paulo Sérgio Neves de Souza, foram os convidados especiais para participarem do painel sobre “A Importância do Sistema Financeiro na Economia Real”.

O painel teve a participação do presidente da Central Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock; do Presidente do Conselho do Sicoob Central Unicoob Wilson Cavina e do presidente da Central Cresol/Baser, Alziro Thomé.

*Com informações do G1