Manaus – Dez reeducandos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) concluíram os trabalhos de revitalização no 28° Distrito Integrado de Polícia (DIP), localizado no bairro Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste de Manaus. A ação faz parte do programa de ressocialização Trabalhando a Liberdade, promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap),

O material utilizado foi doado pela empresa PCE. E entre os serviços realizados pelos reeducandos, constam a aplicação de argamassa e serigrafia nas paredes, pinturas, instalação elétrica, refrigeração, hidráulica e instalação de uma cancela.

O titular da Seap, coronel Paulo Cesar Gomes, destacou a importância desses serviços e os benefícios para o estado. “Por meio dessas atividades, o Governo do Amazonas e a Seap visam preparar os reeducandos para o mercado de trabalho. Isso trará um retorno positivo para a sociedade, e, também, contribuirá para redução de gastos do Estado, através da mão de obra carcerária”, pontuou.

Na entrega da obra, o comandante-geral da Polícia Militar do Amazonas, coronel Vinícius Almeida, agradeceu o apoio prestado pela Seap na reforma do prédio e parabenizou o trabalho dos internos.

“Os serviços oferecidos, com excelência pela mão de obra carcerária, são de pessoas que se qualificaram através dos programas de ressocialização da secretaria. O prédio agora está preparado para atender à população 24 horas com efetivos à pronta-resposta”, disse.

O reeducando que participou da reforma, que não teve o nome revelado, disse que ficou feliz em ter ajudado no serviço que tem a finalidade de intensificar e promover a segurança para a população do bairro. “Com as capacitações ofertadas pela Seap, eu pude aperfeiçoar minhas habilidades técnicas e obter conhecimento para atuar nessas atividades envolvendo reformas prediais e de certa forma, estou ajudando a sociedade”, contou.

Em 2021, cerca de 1.200 reeducandos do programa Trabalhando a Liberdade realizaram reformas e construções de prédios públicos, o que resultou em uma economia avaliada em R$ 15 milhões aos cofres públicos.