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O ator Marcelo Faria desabafou sobre o falecimento do amigo

Marcelo Faria confessou estar com seu coração partido com o falecimento de Alessandro Junqueira, um companheiro de sua vida.

Em seu perfil no Instagram, o ator fez um longo desabafo sobre a morte de seu grande amigo, que foi vítima de tromboembolismo pulmonar.

Aos 50 anos, Alessandro foi encontrado morto em seu apartamento em Goiânia e não houve tempo para ser prestado nenhum socorro.

“Na segunda-feira acordei e falei com você no WhatsApp, coloquei aquela pilha para você vir passar uns dias aqui na Bahia comigo e Dada, você como sempre animado já disse que ia olhar aéreo, pois após a gripe forte que te tirou do réveillon, iria descansar em janeiro.”, começou.

Ele relembrou alguns momentos ao lado do companheiro: “A noite sem se despedir de ninguém você se foi. Descansou para a eternidade. A terça-feira foi estranha e me senti sem energia o dia todo sem saber porque… a noite recebi a notícia Difícil demais falar de um irmão de vida como você, Lelê, acho que eu nunca te chamei de Alessandro, sempre foi irmão, Leleco, Lelezim, nego. Nos conhecemos em 80 na beira do rio Araguaia, na casa do Marcão Bufaiçal e dali por diante nunca mais nos separamos. Me lembro de ter voltado para Goiânia no carro com seus pais. Antes mesmo do celular nos ligávamos e por sintonia sabíamos que era o outro ligando. O Acampamento guerra é guerra na beira do Araguaia que tantos anos uniu gente do Brasil todo. Shows de rock no Rio. Festa da Fantasia, eventos de carnaval. Você era eclético, amado, unânime em todas as turmas, o príncipe dos mingaus! Nunca vi na noite alguém ficar triste ou brigar com você. Sempre agregava. Os códigos com a mão (risos)indicando o estado ’emocional’ era inenarrável e só quem te conhecia sabia o que significava. Nunca precisei te convidar mais do que 1 vez para ir passar uns dias no Rio lá em casa. Era ‘pronto’ o seu nome.”.

“Quando eu ia para Goiânia e ficava na sua casa, ou melhor, minha casa, minha família ficava com ciúmes por eu não dormir na casa deles, mas entendiam, pois eu estava na casa do meu irmão. Goiânia nunca mais será a mesma para mim, nem sei se consigo ir visitá-la tão cedo, só o tempo dirá. Você era a referência, Goiânia perde demais sem o Lelê, um ícone da cidade que fez dela um lugar alegre e famoso. O rei , lenda viva da cidade. Perdemos todos, eu, um irmão de vida, a cidade, ‘o cara’.”, disse.

Ele continuou: “Ano passado, por conta de novos investimentos que ele começou, acabei comprando o terreno dele que fica ao lado de meu aqui em Caraíva, terreno este que eu já cuidava com amor, plantei há pouco um ipê amarelo, e esta árvore, será minha singela homenagem a este irmão que me deixou um vazio enorme!”.

Marcelo finalizou com uma declaração de amor para o amigo: “Lelê era uma pessoa que fazia amizade fácil, era amigo dos meus amigos do Rio, amado por todos. Você fará falta, irmão. Te amo e te amarei eternamente. Ilumine nossos caminhos, meu irmão”.

 

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Fonte: Revista Máxima

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