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Nos últimos três anos e quatro meses, a gestão de David Almeida na Prefeitura de Manaus alcançou um marco significativo: mais de 2,2 milhões de refeições foram servidas à população em situação de vulnerabilidade social através do programa “Manaus sem Fome”. Sob a tutela da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), esse programa abrange uma variedade de iniciativas, desde cozinhas comunitárias até o conhecido “Prato do Povo”, proporcionando assim refeições balanceadas para quem mais necessita. Essa iniciativa, notavelmente, é apoiada por emendas parlamentares do deputado federal Saullo Vianna.

Recentemente, no bairro Armando Mendes, na zona Leste da cidade, foi inaugurada a quarta unidade do “Prato do Povo”. O prefeito David Almeida ressaltou a importância desse investimento em segurança alimentar, enfatizando o compromisso da prefeitura com o bem-estar da comunidade.

“É um esforço da prefeitura em garantir segurança alimentar na zona Leste. Além do Armando Mendes, os moradores do Zumbi e parte do São José também serão beneficiados por este restaurante. Estamos contribuindo para a segurança alimentar de mais mil pessoas diariamente”, afirmou o prefeito.

O programa “Manaus sem Fome” tem sido fundamental para assegurar a alimentação das pessoas em situação de vulnerabilidade social. As novas unidades do “Prato do Povo” estão estrategicamente localizadas nas áreas mais densamente povoadas da cidade, como Jorge Teixeira, Colônia Antônio Aleixo, Armando Mendes e o conjunto Viver Melhor.

Além da expansão dos restaurantes populares, está em fase de planejamento a construção de uma nova cozinha comunitária no bairro São José 4, bem como a revitalização de seis Cozinhas Comunitárias e três restaurantes “Prato do Povo”. Adicionalmente, está em curso um projeto de aquisição e distribuição de 100 mil cestas básicas em Manaus, beneficiando famílias registradas no Cadastro Único e assistidas pela Semasc.

Essas ações demonstram o compromisso da administração municipal em enfrentar a fome e garantir a segurança alimentar da população mais necessitada, fortalecendo assim o tecido social e promovendo o bem-estar coletivo.