O Núcleo de Assistência a Criança e Família em Situação de Risco (Nacer), em parceria com o Poder Judiciário e com incentivo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou, esse mês, o projeto de apadrinhamento afetivo “Carinho que Transforma”. É voltado para pessoas que têm o desejo de apadrinhar e proporcionar a convivência familiar para uma das crianças ou adolescentes atendidos pela instituição. 


  “A ideia é possibilitar para a criança ou adolescente um vínculo afetivo fora do Nacer, com passeios no fim de semana, feriados, datas comemorativas e até nas férias. Esse projeto atende ao desejo de muitas pessoas e foi todo elaborado seguindo regras de segurança para que seja uma medida de proteção e acolhimento de crianças e adolescentes”, informou o diretor do Nacer, Cleslley Rodrigues.


Podem participar do projeto voluntários maiores de 18 anos, independente de estado civil. Os requisitos para participar é ter amor incondicional; apresentar ficha de inscrição com os documentos exigidos; ter 16 anos de diferença entre padrinho e afilhado; participar das oficinas e reuniões com a equipe do projeto; ter disponibilidade de tempo para se dedicar ao afilhado, visitar a instituição, fazer passeios e proporcionar momentos de lazer e educação; os pretendentes à padrinhos não podem estar vinculados em processo de adoção; e precisam garantir convivência familiar e comunitária saudável.
      
 Segundo a psicóloga do Nacer, Marilene Nascimento, o projeto visa promover o fortalecimento emocional da criança e adolescente, que estão com vínculos familiares fragilizados ou rompidos, sendo inseridos de forma saudável em novo ambiente familiar.
 “O apadrinhamento também significa proteger e cuidar da criança ou adolescente em seu processo pessoal, amparado através do suporte de referência afetivo familiar”, disse Nascimento. Para mais informações, ligue no telefone (92) 3302-6282