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Adolescente é assassinada no Coroado por motociclista de App casado que conheceu durante corrida

A Polícia Civil deu detalhes sobre o homicídio de Riana Azevedo Flores, de 15 anos, encontrada morta, por asfixia, dentro da própria casa, no bairro do Coroado, na Zona Leste de Manaus.

De acordo com o Delegado Ricardo Cunha, titular da Delegacia de Homicídios (DEHS), Riana conheceu o motociclista por  aplicativo Natanael Ramos dos Santos no dia 12 de junho, ao solicitar um corrida de transporte por aplicativo e começaram a conversar durante o trajeto.

“Descobrimos que essa jovem havia conhecido esse rapaz há pouco mais de dois dias, em uma corrida e marcaram de se encontrar no outro dia. Então passaram uma noite de festa, de orgia, de consumo de drogas, o que infelizmente levou a esse evento triste, porque trata-se de uma adolescente de apenas 15 anos”, disse o delegado.

A delegada Débora Barreiros, do núcleo de feminicídio da DEHS, a jovem convidou Natanael para ir até sua casa, onde ocorreu o crime. O corpo foi encontrado pela mãe de Riana.

“O corpo foi encontrado pela sua própria mãe, que chegou em casa após uma noite de trabalho, encontrou  a jovem de bruços, sem calcinha, com o vestido levantado. (…) Ela sabia e deu histórico do uso de drogas da filha, chegou-se a cogitar que essa jovem tivesse morrido por overdose, uma vez que não existiam no corpo da vítima lesões aparentes, mas pela situação que ela fosse encontrada e pelas câmeras de segurança nó verificamos que não foi overdose e sim um crime de feminicídio”, explicou Barreiros.

Natanael foi identificado através das imagens e segundo a delegada, já possui cinco passagens pela polícia por ‘Maria da Penha’, por violência doméstica.

Ainda segundo a delegada, o suspeito é casado mas no dia do crime, chegou a apresentar Riana para alguns familiares como namorada, em seguida, foi para casa da vítima. Horas depois, foi visto saindo da casa nervoso, com alguns pertences de Riana.

“A perícia identificou que a vítima foi asfixiada, por travesseiro, ou com as mãos por cima da boca e nariz, não estrangulamento, mas foi asfixia mecânica”, relatou a delegada.

Na delegacia, ele disse que ele e Riana estavam mantendo relações sexuais, e a asfixia pode ter acontecido porque eles haviam consumido drogas e ela pediu no ato sexual que ele a enforcasse, que inclusive, ficou deitada por um tempo ao lado dela, acreditando que ela estava dormindo.



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